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 A unica coisa que precisamos as vezes é soltar algumas lagrimas, então aqui vai uma lista de filmes que te farão molhar alguns lenços.


1. Toy Story 3

Toy Story 3
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O filme funciona muito bem para crianças, mas tem um tom ligeiramente mais sombrio do que os anteriores e emociona qualquer adulto por falar do (muitas vezes dolorido) rito de passagem da infância, de despedidas e de perdão. Difícil, muito difícil não chorar.
Venceu o Oscar de melhor animação em 2011, além de ter concorrido também ao prêmio de melhor filme, incomum para um desenho. Na história, Andy vai para a faculdade e doa seus brinquedos - Woody e Buzz entre eles, que tentam começar uma nova vida em uma creche, na companhia de outros bonecos.

2. Up - Altas Aventuras

Up - Altas Aventuras
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Um ano antes de “Toy Story 3” o vencedor do Oscar de melhor animação (e também indicado ao prêmio de melhor filme) foi “Up - Altas Aventuras”. O enredo conta a relação de Carl, um velhinho viúvo, com Russell, um escoteiro amante da natureza. O filme já emociona ns primeiros minutos, quando repassa a história de amor vivida entre Carl e Ellie, a esposa falecida.

3. Marley & Eu

Marley & Eu
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O filme começa mansinho, com uma vibe sessão da tarde. Você vai dar boas risadas enquanto vê Marley, um labrador, aprontar e bagunçar a vida do dono. Mas é só esperar um pouco que logo as lágrimas vão chegar aos montes, especialmente se você tem ou já teve um cachorro.

4. As Vantagens de Ser Invisível

As Vantagens de Ser Invisível
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No início, “As Vantagens de Ser Invisível” parece só mais um filme genérico sobre os dilemas da adolescência. Mas o desenvolvimento do personagem principal, um jovem desajustado que tenta fazer amigos e superar um trauma, foge muito do clichê de outros filmes do gênero.
É gostoso acompanhar o amadurecimento de Charlie e a superação de problemas graves, como a depressão. Sabe aquele choro gostoso que vem quando você vê algo triste, mas ao mesmo tempo bonito? Então.

5. Sempre ao seu lado

Sempre ao seu lado
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O filme conta a história real da relação entre Hachiko, um cachorro da raça Akita, e seu dono, o professor Parker Wilson (Richard Gere). Hachiko era acostumado a buscar o professor todos os dias na estação de trem, quando ele voltava no trabalho. Mas Parker sofre um infarto fulminante enquanto dava aula e o cachorro fica esperando, em vão, na estação. Hachiko voltaria, durante anos, ao mesmo local, todos os dias — é de partir o coração.

6. Onde vivem os monstros

Onde vivem os monstros
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É uma adaptação de um livro infantil que mistura atores reais com computação gráfica e conta a história de um menino que procura refúgio dos problemas com a família em uma região onde vivem seres selvagens. O filme, do diretor Spike Jonze, tem uma atmosfera melancólica e é uma discussão um tanto triste e solitária sobre infância e amadurecimento, que pode arrancar lágrimas de muita gente.

7. Para Sempre Alice

Para Sempre Alice
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Poucas coisas são mais tristes do que acompanhar como uma pessoa com Alzheimer vai esquecendo-se dos entes queridos e de si próprio. Essa é a história da protagonista do filme, Alice, professora universitária e pesquisadora, especialista em fala e comunicação. Alvo de admiração por causa de sua inteligência, ela descobre, aos 50 anos, que está com a doença.

8. Preciosa - Uma História de Esperança

Preciosa - Uma História de Esperança
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O filme é ambientado em Nova York, na década de 80, e conta a história de Claireece “Preciosa” Jones, uma garota negra de dezesseis anos de idade, que tem uma vida repleta de dificuldades. Abusada pela mãe, violentada por seu pai (de quem engravidou duas vezes), ela cresce pobre, analfabeta e gorda. Impossível segurar o choro ao acompanhar a luta de Preciosa rumo ao auto-conhecimento e amor próprio.

9. Biutiful

Biutiful
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Na trama do filme entram trabalho escravo, imigrantes ilegais e corrupção policial, tudo passado em Barcelona (mas poderia muito bem se passar em São Paulo). Mais do que uma história triste, Biutiful tem um enredo sombrio e muito pesado, que ao fim dá vontade de chorar.

10. Hotel Ruanda

Hotel Ruanda
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Em meio ao massacre dos conflitos entre tribos de Ruanda, um gerente de hotel (Don Cheadle, na foto acima) encontra coragem para salvar mais de mil refugiados. A história, baseada em fatos reais, é arrasadora. Cheadle foi indicado ao Oscar pela atuação.

Fonte: BuzzFeed
























Sofre de ansiedade e descarrega em cigarros, álcool e comida? JOGUE TETRIS.
Psicólogos da Universidade de Plymouth, na Inglaterra, afirmam que jogar três minutos diariamente pode ajudar a reduzir a ansiedade e como consequência a largar os vícios, ou seja, o quebra-cabeça colorido é o que pode ser uma solução rápida e viável para as pessoas evitarem impulsos e manterem a força de vontade para continuar a dieta ou ficarem livres do tabagismo e alcoolismo.
Durante a pesquisa, voluntários jogaram Tetris por três minutos e tinham que avaliar a intensidade do seu desejo por cigarro, álcool ou comida em seguida. O experimento mostrou que os desejos ficaram 24% mais fracos em comparação com as pessoas que não jogaram Tetris.

Fonte: Você Sabia

Dormir é tão necessário quanto comer e respirar para sobreviver. E o que depois do almoço parece a tarefa mais fácil do mundo, de noite pode encontrar alguns obstáculos. Para você que tem esse problema e não consegue pegar no sono logo que encosta a cabeça no travesseiro, aqui vão algumas dicas preciosas que são tiro e queda!

1. Faça exercícios mentais

Um dos sintomas mais comuns de quem não consegue dormir é ficar rolando na cama de uma lado para o outro e pensando porque raios são 3 da manhã e eu continuo aqui acordado. Mas, ao invés de deixar seu cérebro ir para todos os tipos estranhos de lugares, você pode se concentrar e fazer alguns exercícios mentais.
Algo como matemática mental – você pode contar a sequência de Fibonacci, contar de 100 a zero ou, uma técnica mais arcaica, contar carneirinhos. O sono não só bate, como leva você em um instante.

2. Tente técnicas de relaxamento

Algumas vezes, quando a gente fica com uma inquietação muito grande, aquela ansiedade chata, é possível que a atividade de fazer contas de cabeça não ajude muito. Então é hora de tentar algumas técnicas de relaxamento. A Clínica de Distúrbios do Sono da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, tem algumas sugestões para compartilhar:
1. Deite de costas;
2. Relaxe o seu corpo lentamente;
3. Inspire ar pelo nariz enchendo lentamente;
4. Então segure o ar por 1 ou 2 segundos;
5. E depois solte o ar lentamente;
6. Espere alguns segundos e repita o ciclo;
7. Se você perceber que está com um pouco de tontura, diminua o ritmo;
8. Você também pode se imaginar em uma situação calma e tranquila, como uma praia paradisíaca e tranquila;
9. Você pode continuar a respirar nesse ritmo pelo tempo que quiser até pegar no sono.
Se não funcionar, você pode tentar uma outra técnica: comprimir os dedos do pé. Apenas enrole os dedos do pé, segure-os por alguns segundos e então solte.

3. Esquente os pés

Se você já tentou tudo isso e nada funcionou, o melhor talvez seja levantar da cama e colocar algumas meias. Parece loucura, mas tem uma explicação bastante convincente.
Quando você está prestes a dormir, seu corpo redireciona o fluxo sanguíneo para suas mãos e pés. E quando essas extremidades estão quentes, o fluxo sanguíneo aumenta e fica mais fácil adormecer. Então, qualquer coisa que você faça para aquecer suas mãos e pés podem ajudar a pegar no sono um pouco mais fácil.

4. Leia alguma coisa chata

Pode ser um livro que você não goste, mas o melhor nessa situação é apelar para bula de remédio, manual de geladeira, instruções de uso de algum equipamento e por aí vai. Pense em todas as coisas que você nunca teve vontade de ler. Elas serão muito úteis agora. Digo “apelar” porque se você não escolher a leitura com cuidado, pode acabar se interessando e aí é que não vai pegar no sono mesmo.

5. Não desista!

A menos que você consiga dormir de pé, ficar andando pela casa só vai servir para deixar você acordado por mais tempo. Então, faça o que fizer, não saia da cama. Afinal de contas, se você entendeu 100% deste texto até agora é porque você é brasileiro, e não desiste nunca.

Fonte: HypeScience

Pensamento crítico é uma habilidade (que nem todos possuem, a propósito) muito útil: é a maneira pela qual podemos nos libertar de ideias pré-fabricadas às quais estamos sujeitos o tempo todo, e finalmente pensar por contra própria.
A expressão, no fim das contas, significa saber absorver importantes informações e ser capaz de usá-las para formar a sua própria opinião sobre determinado assunto – em vez de apenas reproduzir um discurso pronto que se lê nos jornais e revistas, que se ouve na escola ou na igreja ou que é propagado por outras pessoas.
Esta não é uma capacidade com a qual nascemos – normalmente, acontece exatamente o oposto: somos treinados justamente para não desenvolver muito bem nosso pensamento crítico e, desta forma, não sermos muito contestadores. Felizmente, porém, esta é uma habilidade que podemos treinar e, consequentemente, nos tornarmos melhores nela. Veja:

5. Preste atenção nos detalhes certos

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Uma das partes mais importantes de pensar criticamente é aprender quais detalhes são, de fato, importantes. Estamos expostos a tanta informação e opiniões diferentes que fica muito fácil se perder nos detalhes. Comece confiando na sua intuição. Se algo não soa verdadeiro para você, eis aí o seu primeiro sinal de alerta.
Na sequência, uma boa dica é refletir sobre quem se beneficia de uma dada informação ou opinião. Se há uma discussão acalorada sobre, digamos, a qualidade da água da torneira e se é adequado ou não consumi-la, preste atenção se dentre as partes envolvidas não está uma indústria de garrafinhas de plástico. Isso nem sempre é algo ruim – às vezes as motivações de uma pessoa podem fazer sua opinião mais válida –, mas é aconselhável pensar em quem pode ganhar com uma ideia.
O que nos traz ao segundo ponto: questione a fonte. Principalmente após a grande disseminação da internet nas últimas décadas, as fontes nem sempre são imediatamente identificáveis. Portanto, se algo parece meio duvidoso, rastreie de onde veio antes de formar uma opinião.
O mesmo vale para os meios de comunicação. Cada publicação ou veículo tem uma vertente – esquerda, direita -, e não é que é impossível acreditar em matéria alguma de política por conta do posicionamento desses meios, mas para o bem do seu pensamento crítico, é bom ter um pé atrás e analisar se o texto traz alguma informação nova (e isenta) ao leitor, ou se serve apenas para reafirmar as convicções da empresa.
Outro detalhe com o qual se deve ter um pouco de cuidado são as afirmações óbvias e de pouco sentido no contexto da discussão. É um truque comum em debates (principalmente entre políticos na televisão) esconder um argumento crítico dentro de uma série de declarações obviamente verdadeiras. É uma estratégia traiçoeira que faz o oponente facilmente se perder, porque começa a concordar com as afirmações, mesmo que não tenham ligação qualquer com o discurso.
Vemos muito isso nos debates. O candidato pergunta ao atual prefeito em busca da reeleição sobre a razão pela qual não foi destinada a verba planejada para a área da saúde. O político responde que a saúde foi sempre uma prioridade na sua gestão, os profissionais da área precisam ser valorizados, é importante equipar nossos pronto-socorros e nos últimos quatro anos a expectativa de vida do brasileiro subiu de 73,1 para 74,6 anos.
Todas as afirmações podem estar corretas, mas nenhuma responde ao que foi pedido. Um olhar desatento poderia concordar com tudo que o prefeito disse e achar que sua resposta foi brilhante. Não caia mais nessa. Quanto mais você prestar atenção a esse tipo de detalhe, mais fortalecido seu pensamento crítico se tornará.

4. Sempre faça perguntas

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Saber quais detalhes precisam ser observados é a primeira parte para desenvolver um bom pensamento crítico, mas de nada serve essa habilidade se você não souber que tipo de pergunta fazer em seguida. Afinal, pensar criticamente e fazer perguntas são duas coisas que caminham lado a lado.
A escritora e psicóloga russa radicada em Nova York, Maria Konnikova, sugere uma abordagem um tanto original, usando Sherlock Holmes como exemplo. Segundo ela, depois que o personagem define seus objetivos, ele passa a observar e coletar dados, perguntando-se sempre quais informações desta conversa, pessoa ou situação lhe permitirá reunir os dados que ele não tem e que lhe serão úteis para ver se sua hipótese se mantém.
“Em seguida, ele dá um passo atrás e observa os dados, recombina-os e tenta buscar uma possibilidade diferente, sendo criativo com as informações que possui para verificar se existem novas abordagens a serem exploradas”, explica Konnikova.
O escritor estadunidense Scott Berkun compartilha seu próprio conjunto de questões para se pensar criticamente. “Qualquer um que tenha considerado seriamente algo encontrou fatos suficientes tanto a favor, para adequar seus argumentos, quanto contra”. Berkun ainda cita algumas questões úteis que devemos fazer na construção de um pensamento crítico: “Quem além de você compartilha dessa opinião? Quais são as suas maiores preocupações, e o que você vai fazer para resolvê-las? O que precisa ser mudado para que você tenha uma opinião diferente?”.
Se esses questionamentos soaram familiares, você deve ter percebido a similaridade dessa forma de pensar com o método socrático, em que uma série de perguntas lhe ajuda a revelar o que você pensa sobre um determinado assunto. O importante aqui é sempre se perguntar por que algo é importante e como isso se conecta com as coisas que você já conhece. À medida que você faz isso, você treina seu cérebro para fazer conexões entre ideias e a pensar criticamente sobre as mais diversas informações que você for encontrar.

3. Cuidado com “achismos”

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No árduo caminho de formar um pensamento crítico, devemos também treinar nossos ouvidos para notar pequenas palavras e frases que servem como sinais de alerta. Sabemos que é impossível prestar atenção em tudo, por isso, conhecer algumas frases que tendem a vir antes de um argumento fraco é realmente útil.
São os famosos “achismos”. Mesmo que de forma sutil, essas expressões entregam que a opinião que vem a seguir muito provavelmente não é bem embasada. O Wall Street Journal até elencou algumas dessas frases – dentre elas, destacam-se, além da famosa “eu acho que”, expressões como “para dizer a verdade”, “só quero que você saiba que” e “só estou querendo dizer que”.
Em um debate de alto nível, você sabe que esse tipo de declaração tende a introduzir uma inverdade. Sinal de que é hora de começar a prestar atenção para, na sequência, começar a fazer perguntas.

2. Conheça e confronte seus próprios preconceitos

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Quando falamos sobre o pensamento crítico, é imprescindível nos lembrarmos de que não somos um templo de sabedoria e nós mesmos temos nossas questões a serem resolvidas. E a dificuldade surge justamente porque adoramos apontar as falhas dos outros, mas somos muito ruins em reconhecer preconceitos em nosso próprio pensamento. Todos temos tendências a pensar de certa forma devido a uma gama de fatores, mas parte do pensamento crítico é cultivar a possibilidade de enxergar os fatos fora desses preconceitos.
A ideia básica é resumida pelo escritor inglês Terry Pratchett, em seu livro “A Verdade”. Na obra, Pratchett defende a percepção de que as pessoas só gostam de ouvir o que elas já sabem. “Elas ficam desconfortáveis quando você lhes diz coisas novas, pelas quais elas não esperam. Em suma, o que as pessoas pensam que querem são novidades, mas o que elas realmente anseiam é por antiguidades, que dirão a elas tudo o que elas já pensam e já acreditam ser verdadeiro”, afirma.
Pensar criticamente tem tudo a ver com confrontar esses preconceitos com a maior frequência possível. Difícil? Sem dúvida. Se você se criar o hábito de pensar sob diferentes pontos de vista ao longo do dia, você treinará seu cérebro para fazer isso mais vezes, quase que automaticamente.

1.Pratique o pensamento crítico sempre que possível

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Seguindo a mesma ideia do item anterior, chegamos ao último tópico da nossa lista. Como acontece com qualquer outra habilidade, para ficar bom em pensamento crítico, é preciso praticá-lo todos os dias. O que facilita o trabalho é o fato de que isso pode ser feito em sua própria cabeça. Você também pode, no entanto, se valer de alguns exercícios para forçar seu cérebro a entrar em forma.
Uma tarefa fácil de ser feita é manter algum tipo de diário. A ideia é utilizá-lo para registrar observações casuais ou suas opiniões diante de um assunto enfrentado durante o dia.
O objetivo é escrever diariamente. Assim que você tiver um número substancial de textos produzidos, crie um blog (ou reative aquele seu de aaaanos atrás) e poste suas ideias lá.
Esse exercício é bom não apenas para você, mas também uma ótima maneira de envolver outras pessoas e desafiar a si mesmo a confrontar seus pensamentos com pontos de vista diferentes do seu (certamente algum amigo de um amigo seu não concordará com suas palavras e deixará isso bem claro nos comentários. Essa é a hora de colocar o pensamento crítico para funcionar). Da mesma forma, participar de um debate saudável entre amigos é uma boa forma de praticar.
O que você deve ter em mente é que o pensamento crítico não termina nunca. Quanto mais conhecimento você cultiva, melhor você vai se tornar nisso. E o resultado final é um cérebro que forma melhores argumentos, ideias mais focadas e soluções criativas para os problemas.