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Na manhã de quarta-feira (12/02), mais aproximadamente às 06h do horário de Brasília, um objeto rasgou o céu do Estado de São Paulo, aterrissando próximo do litoral e do município de Caraguatatuba. De acordo com os pesquisadores da BRAMON (Rede Brasileira de Observadores de Meteoros), o objeto atingiu a magnitude de -4.7 e entrou na atmosfera a 15 mil km/h.
O evento foi primeiramente detectado pela câmera allsky instalada na cidade de São Sebastião, no litoral paulista e alguns segundos depois pela câmera localizada na cidade de Mogi das Cruzes, na região metropolitana de São Paulo. Até o momento, não houve qualquer registro de fragmentos remanescentes, porém, de acordo com o pesquisador Carlos Augusto de Pietro, ligado à BRAMON, o objeto possuía por volta de 25 quilos de massa. Veja o registro de uma das câmeras:

Não ficou claro que tipo de objeto é esse, sendo que provavelmente não se trata de lixo espacial. A densidade é similar a de um condrito carbonáceo CM, porém mais poroso. Os condritos carbonáceos apresentam elevado teor de carbono, normalmente na forma de grafite, além de carbonatos e compostos orgânicos, incluindo aminoácidos. Também podem conter água e minerais alterados pela água. Rochas desse tipo podem ter sido formadas no Sistema Solar exterior.
Pelo mapa da trajetória podemos perceber que o objeto cortou a cidade de Caraguatatuba e provavelmente caiu no oceano perto do litoral (se tiver sobrevivido à entrada na atmosfera). De acordo com Pietro, a determinação do corpo parental ainda está em processo de análise e será divulgada em breve. Veja outro registro do evento:


A BRAMON tem por objetivo detectar e determinar possíveis eclipses e dispersões de meteoritos. A rede conta atualmente com quatro estações sincronizadas entre si, permitindo a triangulação e o acompanhamento dos meteoritos que entrarem dentro do campo estabelecido. Somente no último mês, trajetos de seis bolas de fogo foram detectados no território brasileiro.

http://bit.ly/curiosoos
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Cientistas da NASA ficaram perplexos com a maneira repentina com que uma rocha branca, que não se parece com nada que já viram antes, apareceu em imagens tiradas semanas atrás pela sonda Opportunity em Marte.
A sonda está pousada em uma área de planície marciana conhecida como Meridiani Planum há uma década, explorando a borda de uma cratera em busca de sinais de que houve água no passado no planeta.

Outra sonda, a Curiosity, está pousada no lado oposto de Marte desde 2012 para uma missão mais ambiciosa: procurar ambientes marcianos que foram habitáveis no passado.
Por enquanto, no entanto, os cientistas estão concentrados em uma questão mais imediata.
No último dia 8 de janeiro, quando se preparavam para usar o braço robótico da Opportunity para investigação científica, a sonda enviou uma foto da sua área de trabalho que mostrava, inesperadamente, uma rocha branca e brilhante onde apenas uma passagem estéril tinha aparecido em uma foto tirada duas semanas antes.
A sonda está presa fotografando a mesma região de Marte há mais de um mês devido ao mau tempo. Segundo o cientista da missão Steve Squyres, a rocha é branca ao redor da borda, e vermelha escura no meio.
Os cientistas têm duas teorias sobre como a pedra chegou lá. Eles suspeitam que a rocha foi retirada no chão por uma das rodas da sonda, ou que foi depositada ali após um meteorito ter caído nas proximidades. “Só nos movemos um metro ou dois de distância [nos últimos dias], e eu acho que a ideia de que de alguma forma nós misteriosamente sacudimos a rocha com uma roda é a melhor explicação”, disse Squyres.
De qualquer maneira, a pedra, apelidada de “Pinnacle Island”, está fornecendo um bônus inesperado para a ciência.
“Nós temos tirado fotos de ambos as partes da rocha, e os primeiros dados sobre a composição da parte vermelha chegaram ontem. Não se parece com nada que já vimos antes. É muito rica em enxofre e em magnésio, e tem o dobro de manganês que já vimos em qualquer coisa em Marte”, explica Squyres. “Eu não sei o que isso significa. Estamos completamente confusos, e todo mundo na equipe está discutindo sobre o que pode ser”.
A Opportunity está em Marte há muito mais tempo do que foi originalmente planejado – uma missão de três meses. A NASA disse que, com uma velocidade máxima de apenas 0,08 km/h, a partir de 15 de janeiro de 2014, a sonda havia coberto pouco mais de 38 quilômetros no planeta. [ReutersIndependent]

A imagem impressionante mostra a terra e a lua vista de marte, e da pra gentre ter uma ideia da distancia enorme que há entre o nosso planeta e a lua que é de 384.400km




A ficção e a imaginação insistem em caracterizar os alienígenas como serem ameaçadores e malignos, talvez fruto da incerteza e do medo sobre a existência de outro tipo de ser inteligente no universo. Afinal, será que estamos sozinhos? Ou existe outra forma de vida tão complexa quanto a nossa?
O escritor britânico Rupert Matthews é um desses pesquisadores malucos que adoram um bom mistério e não têm receio de escrever sobre os assuntos mais polêmicos que desafiam a lógica, a fé e a razão da humanidade. Com uma lista extensa de livros publicados sobre os mais diferentes temas, Matthews aborda a questão de contatos extraterrestres em uma coleção de textos.
No livro “Alien Encounters: True-Life Stories of Aliens, UFOs and Other Extra-Terrestrial Phenomena”, o autor relata um caso surpreendente que teria acontecido na década de 80 durante o governo do presidente americano Ronald Reagan.

E.T. phone home

De acordo com Matthews, um astrônomo da NASA, a Agência Espacial Americana, a serviço do SETI (Search for Extraterrestrial Intelligence), órgão de vigilância por vida extraterrestre, teria testemunhado o contato realizado por mensagens de rádio com uma forma inteligente de vida em uma das luas de Júpiter.
Os astrônomos do SETI detectaram um sinal vindo de Ganimedes, por um breve período de tempo, o que seria um indício de que os extraterrestres estavam ali de passagem. A mensagem teria sido analisada por computadores da época, mas nunca chegou a ser decifrada.
Como o evento não poderia ficar sem uma resposta, o então presidente americano Ronald Reagan foi informado sobre a ocorrência e decidiu enviar uma mensagem, esta em código Morse, para o mesmo ponto da lua de Júpiter em que o sinal de rádio foi detectado.

Fica na tua!

O conteúdo enviado da Terra dizia então: “Recebemos o seu sinal, mas não o entendemos. Por favor, reenvie usando esta linguagem e este código de transmissão”. Por dias e semanas os astrônomos esperaram uma resposta de Ganimedes, até que cerca de um mês e meio depois a equipe recebeu um novo sinal, do mesmo local, em código morse.
A mensagem enviada pelos ETs, de acordo com Matthews, dizia: “Nós não estamos falando com vocês”. É a ironia suprema para os terráqueos: tão preocupados em encontrar outra forma de vida no espaço, fomos jocosamente ignorados em código morse.
Quem disse que os alienígenas não sabem ser engraçadinhos e bem-humorados também? Pelo visto eles não estão nada interessados na Terra, ou estão ocupados demais se comunicando com outros seres, talvez até mais inteligentes do que nós. Imagina só o tamanho do bico do presidente Reagan quando recebeu a mensagem! Em tempos de emoticon, ele poderia enviar um “sad face” em resposta.