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É difícil dizer se a fotografia é falsa ou verdadeira. De qualquer maneira, a história de Mary - o único elefante no mundo que chegou a ser enforcado – é de dar arrepios.
Crueldade com os animais não é algo raro, mas histórias como essa deixam a dúvida se ainda há esperanças para os seres humanos.
O destino de Mary foi selado em uma tarde fria de fevereiro de 1916, quando o circo itinerante de Charlie Spark chegou na pequena cidade de Kingsport, Tennessee, EUA. Mary foi a estrela do circo, pois ela conseguia tocar 25 músicas em um aparelho musical. Ela também foi o arremessadora campeã do time de beisebol do circo. Como uma atividade promocional, o circo realizou um desfile na rua principal naquele dia. Mary, ou "Mary Assassina", como ela seria conhecida mais tarde, foi montado por Walter Eldridge, de 38 anos.

Eldridge passou a ser um andarilho (ele só se juntou ao circo no dia anterior e não tinha experiência de lidar com elefantes). Entretanto, isso não era preocupação, pois era só usar uma longa haste com uma lança afiada na extremidade como um “domador de elefantes”. A vara é um instrumento notório que evoca medo extremo em criaturas torturadas. Para fazer um elefante executar truques, ele primeiro tinha de se mostrar subserviente. Para isso, domadores picavam repetidamente as criaturas até sangrarem profusamente. Em última análise, os elefantes fariam tudo o que o treinador pediria, para evitar a vara.
Mary foi, obviamente, treinada pela vara também. Ela faria como Eldridge ordenou, enquanto ele segurava o instrumento - ou assim ele pensava. Infelizmente, naquela tarde, Mary estava sofrendo de uma horrível dor de dente. Ela parou de mastigar um pedaço de casca de melancia durante o desfile e Eldridge a espetou para que ela mantivesse em movimento, exatamente no ponto infeccionado.
Diz-se que os elefantes podem ficar loucos de raiva em um instante, e foi exatamente o que aconteceu com Mary. Ela levantou seu corpo e sua tromba, empurrando Eldridge no chão com as patas e pisou em sua cabeça. Tudo acabou em questão de segundos. De acordo com uma testemunha ocular, "sangue, cérebro e outras coisas apenas esguicharam por toda a rua". Em vez da população avaliar o sofrimento do animal, na época, as pessoas consideraram a hipótese de misericórdia.
Previsivelmente, a multidão enlouqueceu com gritos: "Matem o elefante, matem o elefante", enquanto Mary já havia se acalmado. Aterrorizados, os espectadores gritaram e fugiram da área. Um ferreiro local disparou cinco tiros no elefante, mas eles nem conseguiram fazer dano à sua pele grossa. Até mesmo o dono do circo decidiu matá-la para apaziguar a multidão e evitar cancelamento do espetáculo em outras cidades.
                
Uma vez que ele tomou a decisão de matar o elefante, resolveu fazer da matança, um espetáculo. Houve muita discussão sobre o método de matar, pois os elefantes podem detectar veneno em alimentos e eletrocutá-los não era uma opção na pequena cidade. Alguns sugeriram que Mary fosse esmagada entre dois motores ferroviários. Outros pediram que ela fosse desmembrada viva.
Por fim, Charlie decidiu pelo enforcamento. A cidade vizinha, Erwin, tinha um guindaste de 100 toneladas usado para levantar vagões de trem. Foi perfeito para o trabalho. Ele ofereceu à multidão uma visão gratuita do enforcamento, em troca do uso do guindaste.
No dia do enforcamento, Mary foi levada para o pátio ferroviário, juntamente com os outros quatro elefantes de circo. A cabeça foi amarrada e uma das pernas ficou atrelada a um trilho para impedi-la de fugir. Ao ligarem o guindaste, esqueceram de liberar a corrente em volta da perna de Mary e isso fez com que seus ossos e ligamentos estalassem sob toda a tensão.
Porém, isso não estava nem perto do fim. A comédia trágica de erros continuou: ela foi erguida apenas a 5 metros do chão quando a corrente quebrou e ela caiu, deslocando e trincando imediatamente seu quadril. Mary sofria com uma dor terrível quando uma corrente mais forte foi colocada ao redor de seu pescoço. Desta vez, a engenhoca funcionou. Mary foi erguida no ar, debatendo suas enormes pernas, e lentamente foi sufocada até a morte. Os espectadores aplaudiram e riram, mesmo quando ela soltou gritos de agonia. Ela ficou pendurado por meia hora antes de um veterinário declará-la como morta.
Quando o circo estava se preparando para ir embora, um dos elefantes restantes fugiu do grupo e correu de volta para o local do enforcamento. Talvez estivesse imitando o comportamento dos elefantes selvagens que retornam aos ossos dos membros da família que morreram. Ou talvez ele só estava à procura de Mary. De qualquer maneira, Mary tinha ido embora para sempre.

Fonte: Jornal Ciencia

Ocorreu há 450 milhões de anos e é considerado o segundo maior evento de extinção em massa (principalmente da vida marinha) na história da Terra. Nesta época toda a vida conhecida estava confinada nos mares e oceanos. Mais de 60% dos invertebrados marinhos foram extintos. A causa imediata de extinção parece ter sido o movimento de Gondwana para a região polar sul. Isso levou a diminuição da temperatura global, glaciação e consequente queda do nível do mar. A queda do nível do mar interrompeu ou eliminou habitats ao longo das plataformas continentais. A evidência para a glaciação foi encontrada em depósitos no deserto do Saara.

Extinção do Devoniano: o fim da idade dos peixes

É considerada a terceira mais intensa das extinções massivas ocorrido há pelo menos 360 milhões de anos que atingiu a “idade dos peixes“, coincidente com a expansão da vegetação terrestre. Suas causas ainda não são conhecidas e foram atribuídas a impactos de grandes metoros, glaciação, redução do dióxido de carbono e falta de oxigênio dos oceanos.

A superfície dos mares que tinha em torno de 34°C teve uma queda para 26°C e com isso grande parte da vida marinha se foi. O frio das áreas continentais foi devido a partículas levantadas por impactos de meteoros. O evento vitimou cerca de 70% da vida marinha, sobretudo corais e estromatoporóides. Os placodermos, peixes que tinham a cabeça e tórax coberto por placas dérmicas, desapareceram neste evento.

Extinção Permo-Triássica: A maior de todas

Foi o evento de extinção mais severo já ocorrido no planeta Terra. Ocorreu no final do Paleozóico há cerca de 251 milhões de anos, resultando na morte de aproximadamente 95% de todas as espécies marinhas e de 70% das espécies continentais. A teoria mais aceita é que uma erupção vulcânica gigantesca aconteceu no território da Sibéria e liberou grandes quantidades de CO2 aumentando o efeito estufa em 5°C extras na temperatura da Terra.

E por consequência disso, ocorreu a sublimação de uma grande quantidade de metano congelado no fundo dos oceanos. A libertação deste metano causou o aumento em mais 5°C na temperatura do efeito estufa, somando 10°C extras a temperatura do mundo. Nesta catástrofe, os únicos lugares onde a vida poderia sobreviver seriam próximos aos Polos da Terra.

A Extinção do Triássico-Jurássico: Favoreceu a chegada dos dinossauros

Ocorreu há 200 milhões de anos afetando profundamente a vida na Terra. Cerca de 20% de todas as famílias marinhas e de arcossauros (com exceção dos dinossauros) foram extintas, o mesmo ocorreu com os grandes anfíbios da época. Este evento abriu um nicho ecológico que permitiu aos dinossauros desempenharem papel dominante no período Jurássico e posteriormente no período Cretáceo.

A teoria mais aceita para esta extinção em massa é que erupções vulcânicas maciças teriam sido responsáveis por tal extinção, elas teriam liberado quantidades imensas de dióxido de carbono e dióxido de enxofre que teriam causado um aquecimento global intenso e depois um resfriamento.

Extinção K-T (Cretáceo-Terciário): O fim dos dinossauros

Foi a extinção em massa mais recente ocorrida há mais ou menos 65,5 milhões de anos. Este evento teve um enorme impacto na biodiversidade da Terra e vitimou boa parte dos seres vivos da época, incluindo os dinossauros e outros répteis gigantes. Diversas teorias tentam explicar a extinção K-T, sendo que a mais aceita atualmente é a que justifica a catástrofe como sendo resultado da colisão de um asteroide com a Terra.  Foi um evento severo, causando uma extinção em cadeia. Partículas atmosféricas bloquearam a luz do sol, reduzindo a quantidade de energia solar que chega à superfície da Terra, as espécies que dependem da fotossíntese sofreram declínio ou extinguiram-se.

Tais organismos era a base da cadeia alimentar no fim do Cretáceo e assim, evidências sugerem que animais herbívoros morreram e consequentemente, os predadores do topo da cadeia tal como o Tiranossauro rex.




Muito além da história do melhor amigo do homem, os animais também te tornam uma pessoa melhor que cuida dos outros a sua volta

Um grupo de pesquisadores dos EUA estudou 500 pessoas que possuem animais, com idade entre 18 e 26 anos, através de um questionário e observando suas atitudes com os bichinhos.

O resultado foi que pessoas muito apegadas a seus animais se sentem mais conectadas com outras pessoas, tendo mais empatia e se sentindo mais confiantes.

Uma das pesquisadoras também cita que não é apenas a presença do animal que te torna uma pessoa melhor, mas a relação que você tem com ele influencia. Quanto mais próximo, melhor você vai se tornando.



bit.ly / curiosoos

A Swiss Braunvieh cow at rest.
O teto de um estábulo de uma fazenda na Alemanha foi praticamente destruído depois de uma explosão provocada por gás metano.
É que os puns e arrotos das vacas, assim como os dos humanos, tem uma quantidade desse gás, que é explosivo. Cada vaca por liberar até 500 litros de gás por dia!
Como haviam 90 vacas em um lugar fechado pra se proteger do frio, o gás metano foi acumulando e explodiu por causa de uma descarga elétrica, segundo a polícia.
Felizmente, nenhuma vaca se machucou seriamente.


http://bit.ly/curiosoos

O vídeo a seguir talvez mexa um pouco com você, principalmente se você gosta de bichinhos. As imagens mostram a tristeza de um pinguim fêmea quando percebe que seu filhotinho está morto. Ela fica ao redor dele, na esperança de que ele se movimente, mas logo desiste de se iludir.
A mamãe e outro pinguim rodeiam o corpo do bebê morto e choram, com suas cabeças abaixadas. Assista as imagens abaixo e não tenha mais dúvidas quando alguém disser que animais também têm sentimentos:



bit.ly / curiosoos

Para nossa surpresa, sim. A ciência provou que chimpanzés, orangotangos, gorilas, ratos e cachorros emitem um som estruturalmente similar à risada humana, quando expostos a brincadeiras ou cócegas. 

Mas esta lista pode ser ainda maior  porque, embora o riso seja uma resposta social ligada a circuitos presentes em boa parte dos mamíferos, muitas espécies ainda não foram testadas em laboratório. 

Vale lembrar que  a capacidade de rir não é a mesma coisa que a capacidade de tirar sarro de outros indivíduos. Já o que chamamos de senso de humor é uma sofisticação cognitiva exclusiva da linguagem humana. 



Elas estão por toda parte, e possuem importante papel no equilíbrio do ecossistema.

Quem já não deixou um pedaço de bolo sobre a mesa e quando voltou encontrou centenas de formigas “fazendo à festa”? Confira abaixo algumas curiosidades que você sempre quis saber sobre estes adoráveis insetos:

Elas podem costurar feridas

Se um guerreiro Masai está na mata africana e tem uma ferida que precisa de sutura, tudo o que precisa fazer é olhar para um ninho de formigas, escolher algumas das maiores que puder encontrar e fazê-las morder a ferida. Em seguida, quebrar o corpo, deixando a cabeça. Os grampos improvisados podem durar dias, e podem ser facilmente substituídos se necessário. 

Antes do homem, Deus criou a formiga

Ok, essa afirmação pode não ser tão real mas, sabemos que nós, como espécies, somos novatos em relação à toda a criação, evoluindo apenas 5 milhões de anos. Agora, compare com um fóssil de formiga, que tem cerca de 50 milhões de anos.

Elas enterram seus mortos


Apenas algumas criaturas na Terra tratam seus mortos de forma diferente: os seres humanos, os elefantes e as formigas. Quando uma formiga morre dentro do ninho, elas levam o corpo morto para o lado de fora por causa do saneamento, de modo que a infecção ou doença pode se espalhar para toda a colônia.

Podem clonar-se

Partenogénese é uma forma de reprodução em que não há necessidade de fertilização, tornando a descendência resultante de um clone da mãe. Um grupo de formigas na Amazônia foi descoberto em uma colônia. Não haviam machos.

Elas ensinam seus jovens


As formigas operárias não nascem com esta habilidade. Para que desempenhem seu trabalho elas são ensinadas. O professor formiga precisa ensinar uma formiga mais jovem sua função dentro da colônia.

Eles sabem como funciona a agricultura

Dentre todas as criaturas, temos agora apenas quatro seres que são evoluídos o suficiente para utilizar a agricultura como meio de sobrevivência: besouros, cupins, os seres humanos e as formigas. No entanto, entra as formigas e nós, parece que começamos a cultivar primeiro.

Elas usam herbicidas e desinfetantes


Em seus ninhos, elas usam várias substâncias que inibem a propagação de parasitas ou ervas daninhas. As formigas da madeira, por exemplo, adicionam resinas de coníferas solidificadas nos seus ninhos enquanto constrói, o que dificulta o crescimento de bactérias e fungos. A formiga de limão, que prefere ninho em árvores, produz um herbicida natural que mata todas as outras plantas ao redor de sua árvore.

Elas criam “gado”


Assim como os humanos, as formigas também criam gados. São pulgões, lagartas e mirmecófilas que secretam um líquido doce chamado melada.

As formigas mantém os predadores longe de seu gado e, até mesmo os conduz de um lugar para outro, assim como fazemos com as vacas.

Quando é hora de recolher alguma melada do gado, o leite das formigas, elas tocam-se com suas antenas.

Elas travam guerras


Há espécies de formigas, como as amazonicas, que estranhamente se assemelham aos espartanos em seu modo de vida. Ou seja, elas só sobrevivem através de guerras para obter mais recursos de outras colônias.

Elas praticam escravidão



As formigas são conhecidas por serem trabalhadoras, mas, assim como os humanos, há algumas maçãs podres no cesto. Existem várias espécies de formigas que são dependentes de trabalho escravo para a sobrevivência, e que vai empreender ativamente guerra contra outras colônias para roubar e escravizar as adversárias.

A maçã podre na cesta é uma espécie de formiga chamada Polyergus. Elas perderam a capacidade de cuidar de seus filhotes e até a si mesmas. Elas não vão buscar alimentos ou não se importam de limpar seu próprio ninho.

Uma incrível vida é encontrada, sendo considerada intermediária entre o reino animal e vegetal.
Trata-se de uma lesma marinha, o primeiro animal encontrado capaz de produzir o pigmento clorofila das plantas. A lesma Sneaky parece ter "roubado" genes que permitem esta habilidade incrível a partir de algas que ela comeu. Com estes genes vindos de algas, as lesmas podem realizar a fotossíntese - processo pelo qual as plantas usam energia solar e a convertem em glicose, produzindo assim, o seu próprio alimento.
"Eles podem fazer suas moléculas com energia solar sem precisar comer absolutamente nada", disse Sidney Pierce, um biólogo da Universidade do Sul da Flórida. Pierce estudou estas criaturas únicas, oficialmente chamadas de Elysua chlorotica por cerca de 20 anos. Ele apresentou seus resultados mais recentes somente agora, na reunião anual da Sociedade para Biologia Integrativa e Comparativa em Seattle. A descoberta foi relatada pela primeira vez na Science News.
"Esta é a primeira vez que os animais multicelulares têm sido capazes de produzir clorofila", disse Pierce à Livescience. Essas lesmas do mar vivem em "pântanos" de água salgada na Nova Inglaterra e Canadá. Os genes necessários para fazer a clorofila bem como os cloroplastos (organelas celulares vegetais) foram totalmente "roubados" de algas e incorporados ao DNA do animal.
Estes seres podem ser mantidos em aquários por um mês sem nenhum alimento. Enquanto tiver luz sobre eles, 12 horas por dia, eles sobrevivem sem necessidade de comer absolutamente nada.
Os investigadores usaram um marcador radioativo para ter certeza que as lesmas são realmente produtoras de clorofila, ao invés de apenas roubar o pigmento pré-fabricado pelas algas. Na verdade, as lesmas incorporaram totalmente o material genético, e essa incorporação se deu de modo tão perfeito que a característica ímpar foi transmitida para os descendentes.

Agora os cientistas sabem com total certeza que o DNA de uma espécie diferente pode ser incorporado em outra, já que as lesmas têm provado isso, mas os mecanismos de "transferência de genes" de uma espécie diferente para outra é ainda desconhecido.
Apesar disso, os bebês das lesmas "ladras de clorofila" não podem fazer fotossíntese imediatamente quando nascem, precisam comer bastante alga para ativar algum mecanismo interno, para então produzirem o seu próprio alimento, como as plantas e algas.
capa_lagarta
Você pode achar esse bichinho lindinho e até queira leva-lo para casa, mas… saiba que é uma lagarta da família de mariposas Megalopygidae e essa bela lagarta foi fotografada na Posada Amazonas, no Peru.







Fica uma dica, FIQUE LONGE dessa futura mariposa. Ela pode parecer convidativa, mas espinhos venenosos estão escondidos embaixo dos cabelos macios.







Veja a reação que os espinhos venenosos podem lhe causar (foto)
Se forem quebrados, esses espinhos liberam uma substância química que provoca uma dor insuportável e pode causar uma reação alérgica extrema que resulta em erupções cutâneas, bolhas, inflamação e dificuldade de respiração.


Algumas pessoas parecem atrair mosquitos mais do que as outras e se esse é seu caso, agora saberá o motivo.
por que os mosquitos mordem umas pessoas mais do que outras
O principal motivo para atrair mosquitos é o suor. Essa atração acontece porque 90% dos nervos das antenas dos mosquitos são dedicados à detecção de substâncias químicas, como o ácido láctico, presente em nosso suor. Outra coisa que atrai os inconvenientes é o dióxido de carbono (CO2), o gás que a gente joga no ambiente toda vez que respiramos. Assim fica difícil escapar deles…
A maioria dos repelentes modificam o nosso odor, confundindo os sentidos dos insetos. E estudos comprovam que homens são mais mordidos que mulheres e adultos mais que crianças. Não se sabe exatamente o porquê, mas odores emitidos por eles atraem mais insetos.

dioneia
Um predador que espera pacientemente sua presa, sem imaginar o perigo logo abaixo. Ao pousar para provar um pouco de seiva, a presa inocente cai na armadilha. Repentinamente, as “mandíbulas” do predador se fecham em volta de seu corpo. Não existe nem a possibilidade de luta, apenas uma emboscada e logo a planta começa a digerir sua refeição.
Plantas que comem outras criaturas? Parece fruto de uma experiência que deu errado. Mas, na realidade, não há nada anormal nisso: plantas carnívoras existem há milhares de anos. Existem hoje mais de 500 espécies dessas plantas, com presas que variam de insetos a aranhas. Para ser considerada carnívora, uma planta deve atrair, capturar, matar e digerir insetos ou outros pequenos animais.
Uma planta carnívora que desperta a imaginação e fascinação do público é a dioneia (Dionaea muscipula). A fascinação pelo estranho hábito alimentar e aparência única cria mitos dessa planta, muitos deles relatados em filmes de ficção, onde essas plantas tomam medidas colossais e se tornam capazes de se alimentar de humanos. Mas calma pessoal, as dioneias que existem na realidade possuem bocas que não passam de 3 cm, eu mesmo tenho uma em casa.
A forma de caça dessa planta é bem simples, a “boca”, na verdade é um segmento da folha e, quando aberta, exala um néctar capaz de atrair insetos. Quatro gatilhos ficam esticados, esperando que uma presa inocente toque ao menos dois deles, suficiente para a planta gerar um pulso elétrico que fecha a folha e graças aos seus longos “dentes”, não há chances de escapatória.
O cultivo dessas plantas é bem simples, plante em um pequeno vaso com terra, musgo e areia, e mantenha-a sempre úmida e de vez em quando ela vai abocanhar algum inseto despercebido que pouse nela.
Você já se perguntou o que aconteceria se colocasse seu dedo nas folhas abertas de uma dioneia? Sugiro que não faça isso, não por causa do seu dedo, caso ela corte ele fora, procure um médico – brincadeira, ela não consegue fazer isso – mas ao acionar a armadilha ela gasta muita energia, o que pode matá-la caso a armadilha dispare em vão.
É uma ótima planta para quem está começando ou tem vontade de cultivar, vai a dica!


Durante muito tempo, o melhor amigo do homem foi mais utilizado para dar uma ajudinha com o trabalho do que apenas para servir de companhia. Naquela época, os cães ajudavam a farejar as presas, caçar animais cobiçados ou apenas defender os humanos de outros animais.
Hoje eles passam a maior parte do tempo no sofá ou correndo pelo jardim, mas isso não significa que esses animais perderam suas habilidades. Conheça alguns dos superpoderes de três raças e nos conte nos comentários se você também conhece algum cachorro com talentos especiais como esses que você vai ver abaixo.


Os bassets captam cheiros com ajuda das orelhas

Os basset hounds são adoráveis, mas temos que reconhecer que, apesar de o nome da raça indicar um cão de caça, suas características físicas não são compatíveis com tal função. O corpo alongado, as patas curtinhas e as orelhas compridas são alguns dos fatores que caracterizam os bassets, e cada uma dessas características tem uma explicação.
É preciso lembrar que, originalmente, essa raça foi criada para ajudar na caça de coelhos. E apesar de serem cães pesados – um macho de basset pode chegar a pesar 30 quilos – e com patas curtas, eles são perfeitos para a função.
Acontece que, em vez de correr atrás dos rápidos coelhos, o que os bassets precisavam fazer era apenas farejar – e nisso eles são realmente bons. E é aí que entram as orelhas, que ajudam a captar o cheio das presas e mantê-lo próximo ao nariz do cachorro. As bolsas que se formam na região do focinho têm a mesma função e potencializam o faro do animal.
Pensando nisso, faz todo o sentido que a raça tenha as patas curtinhas, pois os superpoderes dos bassets estão justamente no fato de suas orelhas arrastarem no chão e, assim, ajudarem o animal a reconhecer os odores por onde quer que ele passe.

Os leopardos-catahoula escalam árvores

Considerada a raça oficial do estado de Louisiana, nos Estados Unidos, o cão leopardo-catahoula vem de uma mistura desconhecida de outras raças. A origem de seu nome está na pelagem, que costuma apresentar tons de marrom e muitas manchas, e de um condado no noroeste do estado americano.
Embora a origem exata da raça seja desconhecida, sabe-se bem que seu superpoder nada mais é do que um talento natural. Antigamente, quando a comida era escassa e as condições eram mais difíceis, esses animais precisavam buscar alimentos sozinhos.
O resultado dessa necessidade foi uma facilidade incrível para escalar árvores de qualquer altura. Além disso, os leopardos-catahoula aprenderam a nadar, desenvolveram uma inteligência impressionante e são uns dos poucos cães capazes de caçar texugos selvagens sem maiores dificuldades. Assim que as pessoas perceberam a capacidade do animal, a raça passou a ser preservada para manter sua pureza.


Os dálmatas enfrentam o fogo

A raça branca de pintas pretas ganhou popularidade com a produção infantil da Disney, e um dos indícios que apontam para a origem dos dálmatas são os registros encontrados em pinturas no Egito. Mas algum dia você já se perguntou por que em alguns lugares os dálmatas são associados aos bombeiros?
Pois é exatamente aí que se esconde o superpoder dessa raça. É fato que alguns dálmatas acabam desenvolvendo problemas de audição, o que levou as pessoas a pensar erroneamente que eles eram usados pelos bombeiros por não ouvirem e consequentemente não se assustarem com o barulho das sirenes.
Pode até ser que esse problema contribua para a interação entre os animais e os bombeiros, mas a verdade é que os dálmatas não têm medo de enfrentar o fogo. Algum tempo atrás, as pessoas perceberam que a raça poderia ser usada para abrir caminho em meio às chamas, o que facilitava e agilizava o trabalho dos bombeiros.
Em outros casos, os dálmatas foram usados para acalmar cavalos em situações de incêndio, aparentemente porque outro dom desses cães é se relacionar muito bem com esses animais.

Adicionando genes de uma bactéria bioluminescente à uma planta decorativa comum chamada Nicotiana alata, engenheiros criaram a primeira fonte de luz biológica para a sua casa. Este é um vislumbre de um futuro onde a biologia sintética irá transformar as nossas vidas.



Chamada de Starlight Avatar, esta planta está sendo apontado pela companhia Bioglow, que a criou, como a “primeira” fábrica de produzir luz, embora existam algas e animais que brilham. A empresa está leiloando o primeiro conjunto de plantas cultivadas, e as pré-encomendas tem crescido.
As plantas não emitem muita luz, mas são apenas os precursores de outras espécies geneticamente modificadas que poderiam ser usadas ​​para tornar os nossos espaços de vida mais sustentáveis e bonitos.

O animal mais rápido do mundo é o gavião. Pode atingir a velocidade de 320 quilômetros por hora. No mar, o recorde é do peixe-voador, com 108 quilômetros horários. Entre os animais terrestres, há dois campeões: em distâncias curtas, a chita (ou guepardo), com 100 km/h; nas distâncias maiores, a gazela com 96 km/h.
Dizem que foi por ter tanto medo de ratos que Walt Disney, o criador do célebre ratinho Mickey, decidiu criar um personagem que fosse um rato, mas fofinho e amistoso. Ele decidiu dar um ar amigável para o ratinho numa tentativa de conseguir ver o bicho de outra forma, ao invés de sentir pânico e repulsa.

E deu certo! Em 1928, ele criou o ratinho Mortimer durante uma viagem de trem na qual tinha sua esposa como companheira. No trem, que ia de Nova York a Los Angeles, o artista foi imaginando e dando forma ao seu personagem, pensando em suas características, etc.
“Tinha o rato na minha cabeça. Um rato é um personagem simpático apesar de que todo mundo tem medo dos ratos, inclusive eu mesmo”, afirmou certa vez o desenhista.
Ao dividir a ideia com sua mulher, ela disse que havia gostado muito do personagem, mas achava que Mickey era um nome melhor do que Mortimer, como queria Disney.
Então ele decidiu acatar a opinião de sua esposa e, graças a ela, o namorado da Minnie tem um nome mais legal.
E apesar de bem velhinho já, Mickey continua fazendo tanto sucesso quanto antes – com as crianças e também com os adultos. Exemplo disso é que as vendas dos produtos licenciados com o desenho do personagem nunca caem e a Disney continua sendo o destino preferido de férias não apenas dos pequenos, mas dos crescidos também.